Por que buscamos a felicidade?
Quando a base da sua criação é a melancolia,
que bem a felicidade faria?
Quando o soturno e o sofrimento são aquilo que gostamos, a escuridão,
que lugar tem a alegria e as flores que não um lugar imundo para se morar?
“The damage is done, we'll make his
way through
Chills down my spine, makes me
visualize you
Regret and sorrow must not affect
my attitude.”
Talvez o amor precise de otimismo para sobreviver,
talvez apenas dividir as dores não seja o suficiente,
quando não é possível ser viver SEM a tristeza...
O drama, as mariposas, os vampiros a nossa volta, que aos outros consome
e a nós trás satisfação.
“I ruined all my choices in vain
I cannot complain to my eyes”
Dividir, ser feliz, nada disso satisfaz, apenas a tortura a distância, o sofrimento.
Afinal, o que poderíamos esperar de um casal que sempre teve como tema músicas tristes?
Pelo menos uma vez elas deveriam fazer sentido... no fim.
“Am Ende der Wahrheit, am Ende des Lichts
Am Ende der Liebe, am ende, da stehst du
Im Herzen wird es leerer, ein Teil geht nun von mir”
Pensamentos jogados, sem um sentido quem sabe,
pois o sofrimento do fim também satisfaz o melancólico
Onde a segurança é a sua inimiga, manter a insatisfação, a insegurança
É a garantia de continuidade e de afeto.
“How can be right?
Should we even try?
Por quê queremos manter algo que nos sufoca?
Por quê queremos a felicidade?
“I whisper all the reasons he
should be free,
I'm living all the fears
I now retrieve.”
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Quando músicas tristes fazem sentido...
Postado por Ana Recalde às 11:50
Marcadores: alleine zu zweit, Invisible Messages, Lacrimosa, Mindflow
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1 comentários:
=(
Entendo perfeitamente... já tive crises...
Se precisar...já sabe!
=*
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