"Nossa, a Ana tá cada vez mais confusa", podem pensar os apressadinhos, mas afinal essa pergunta não é tão boba assim. De quem? Podemos até mesmo achar que é nossa mesmo, mas podemos estar errados.
Quantas coisas fazemos para satisfazer o outro e não nós mesmos? A maneira que nos comportamos, as festas que vamos e principalmente as pessoas que convivemos. Quem aqui nunca conviveu com uma pessoa que não gostava por respeito aos amigos? Então, um pouco da nossa vida é dos nossos amigos. Quem aqui nunca sofreu pela fofoca ou teve que deixar de ir a algum lugar por medo de sofrer alguma violência? Então, também limitamos a nossa vida pelos outros sim! E muito mais que imaginamos.
Quando fazemos algo para as pessoas que amamos pode até parecer que isso não é um sacrifício, e às vezes não é mesmo, mas e quando a pessoa em que confiamos não faz jus à essa confiança? Qual é o limite?
Ir em uma festa para agradar alguém é diferente de deixar uma grande aventura para trás? Cada vez que abrimos mão das nossas decisões, colocamos a responsabilidade na mão de outras pessoas, repercussões que acabam em nós mesmos. Quem vai nos estender a mão quando estivermos em apuros?
Olha, a vida em comunidade é a melhor que tem, todos temos que respeitar o espaço do outro, mas onde está a linha que separa os nossos espaços? Quando alguém que você confia fala de você para outros, é ultrapassar a linha? Quem aqui nunca comentou sobre uma outra pessoa sem essa estar por perto?
E no final, fofoca é sim ultrapassar a linha, cuidar da vida alheia, falar algo que não se sabe. Nós estamos tão acostumados em fazer isso que nem mesmo pensamos direito. A nossa cultura permite, compramos revistas de fofoca, sustentamos o vício, mas alguém se questiona se isso está certo?
Eu sim.
E posso dizer uma coisa, cada um de nós escolhe com quem convive, por isso corte fora quem você não confia, não conviva com quem não valhe a pena por seus amigos e viva plenamente sem se importar com quem te olha torto.
Quantas coisas fazemos para satisfazer o outro e não nós mesmos? A maneira que nos comportamos, as festas que vamos e principalmente as pessoas que convivemos. Quem aqui nunca conviveu com uma pessoa que não gostava por respeito aos amigos? Então, um pouco da nossa vida é dos nossos amigos. Quem aqui nunca sofreu pela fofoca ou teve que deixar de ir a algum lugar por medo de sofrer alguma violência? Então, também limitamos a nossa vida pelos outros sim! E muito mais que imaginamos.
Quando fazemos algo para as pessoas que amamos pode até parecer que isso não é um sacrifício, e às vezes não é mesmo, mas e quando a pessoa em que confiamos não faz jus à essa confiança? Qual é o limite?
Ir em uma festa para agradar alguém é diferente de deixar uma grande aventura para trás? Cada vez que abrimos mão das nossas decisões, colocamos a responsabilidade na mão de outras pessoas, repercussões que acabam em nós mesmos. Quem vai nos estender a mão quando estivermos em apuros?
Olha, a vida em comunidade é a melhor que tem, todos temos que respeitar o espaço do outro, mas onde está a linha que separa os nossos espaços? Quando alguém que você confia fala de você para outros, é ultrapassar a linha? Quem aqui nunca comentou sobre uma outra pessoa sem essa estar por perto?
E no final, fofoca é sim ultrapassar a linha, cuidar da vida alheia, falar algo que não se sabe. Nós estamos tão acostumados em fazer isso que nem mesmo pensamos direito. A nossa cultura permite, compramos revistas de fofoca, sustentamos o vício, mas alguém se questiona se isso está certo?
Eu sim.
E posso dizer uma coisa, cada um de nós escolhe com quem convive, por isso corte fora quem você não confia, não conviva com quem não valhe a pena por seus amigos e viva plenamente sem se importar com quem te olha torto.



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